Por vezes vemos vislumbres de estrelas. Na saída do supermercado reparei numa mulher, a utilizar o multibanco cujo vestido era aberto, totalmente nas costas. A costa portuguesa é espantosa - pensei. Sempre em andamento notei que não havia sinais de costelas, antes sobre elas existia uma ligeiramente espessa camada de tecido que imaginei facilmente agarrar em pregas esticando todo um busto que não via na parte frontal. Seguindo para o carro com aquela visão, que já tinha valido o dia, mesmo ao entrar reparei que a figura se preparava para entrar na sua viatura, mesmo al lado direito da minha, mas no lugar da frente, colocando-me numa posição excelente de observação. Fiquei ali.
De forma estonteante, abriu a porta, lançou uma perna para dentro, e a parte inferior do vestido rasgou como que por milagre numa esplendida perna, grossa, quase até á coxa. Não sei se suspirei, mas suspiro agora que o lembro. A parte frontal do vestido, com a curvatura do corpo ao entrar, abriu-se ligeiramente do lado esquerdo colocando á vista uma mama imponente; jesus senhor. Enquanto conduzia ainda imaginei quais seriam as palavras escritas que traduziriam os sons que aquela boca larga emitiria se fosse dada a devida atenção àquela mama.
Lembro-me do tempo em que perguntava o número de sutiã e os centímetros de uma mama, e bastou olhar: no mínimo 40, e uma mão minha de 22 cm, não conseguiria cobrir toda a sua superfície.
Velho amigo Ooj do SL, Motorboating...

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